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domingo, janeiro 16, 2011

Globo usa tragédia para fazer pegadinha

Eu vejo o JN todo dia e pesco estas sutilezas frequentemente. Edição de imagens, jogos de palavras, ordem das matérias. Vale tudo pra manipular a audiência contra o governo federal. O comentário abaixo é de um leitor do blog do jornalista Luís Nassif:

Por Weden

A Globo resolveu usar a triste situação da Região Serrana do Rio para fazer política. Para isso recorreu a uma edição absolutamente tendenciosa, o que é comum naquela emissora, mas que não se esperava que chegasse a tanto.

No Jornal Nacional, desta sexta-feira, 14, os editores utiilizaram passagens da reunião ministerial convocada pela Presidente Dilma Rousseff e juntaram as imagens a um texto que tratava enfaticamente da ajuda aos desabrigados e às cidades atingidas.

No texto, a repórter dizia que a tragédia da Região Serrana ocupara boa parte da pauta do encontro interministerial. Mas as imagens mostradas eram de um momento de descontração dos ministros em que mesmo a presidente sorria. A intenção dos editores era mostrar uma cena de descaso com o drama do Estado do Rio.

Essas pegadinhas de edição são muito comuns entre amadores. No youtube, podem ser encontradas centenas delas.

Mas não é hora de profissionais responsáveis pela informação pública brincarem de pegadinha quando o assunto é tão sério.

Ali Kamel é o responsável último por esta falta de respeito ás vítimas da tragédia e por este uso político do drama de milhares de pessoas.




O jornal espanhol El País caiu na pegadinha:

Mientras tanto impresionan e indignan las imágenes emitidas anoche por el telediario nacional de la Red Globo, con más de 40 millones de audiencia, intercaladas con las sangrantes de la tragedia, de la primera reunión ministerial con los 37 nuevos ministros presidida por Dilma Rousseff, en la que aparecían riendo a carcajadas, algunos masticando chicle y con aire de fiesta.

[Enquanto isso impressionam e causam indignação as imagens emitidas ontem pelo jornal nacional da Rede Globo, com mais de 40 milhões de audiência, intercaladas com as imagens pungentes da tragédia, da primeira reunião ministerial presidida por Dilma Rousseff com seus 37 novos ministros, em que apareciam rindo às gargalhadas, alguns mascando chicletes e com ares de festa]




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